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Erros ao abrir uma empresa: 12 decisões que podem comprometer os primeiros anos

Conheça 12 erros comuns ao abrir uma empresa e veja como evitar problemas de mercado, sócios, preço, caixa, estoque, crédito, estrutura e gestão logo no início.

Erros ao abrir uma empresa: 12 decisões que podem comprometer os primeiros anos
Abrir uma empresa não costuma dar errado por causa de uma única decisão.

Na maior parte das vezes, o problema é a soma.

Um sócio mal escolhido.
Um contrato superficial.
Um preço que não deixa margem.
Um estoque maior do que o necessário.
Um aluguel assumido cedo demais.
Um cliente que paga em 60 dias.
Uma empresa que cresce antes de o caixa estar preparado.

Separadamente, cada decisão pode parecer administrável.

Juntas, elas começam a consumir caixa, energia e capacidade de reação.

Eu aprendi isso na prática.

Quando comecei minha primeira indústria, nós trouxemos sócios, fizemos um contrato bastante superficial, escolhemos contador sem grande critério, alugamos o barracão e começamos. A empresa avançou, cresceu e chegou a faturar milhões, mas o caminho não foi uma linha reta.

“Pequenos erros acumulados podem quebrar uma empresa. O objetivo não é eliminar todos os erros. É errar pequeno, perceber rápido e corrigir antes que o caixa e a capacidade de decisão desapareçam.”

Este artigo reúne decisões que eu analisaria com muito mais cuidado se estivesse começando novamente.

1. Abrir estrutura antes de validar se existe demanda

Esse é um dos erros mais caros.

O empreendedor começa pela parte visível:

• aluga imóvel;
• reforma;
• compra móveis;
• compra máquinas;
• desenvolve marca;
• monta estoque;
• contrata;
• instala sistemas.

Só depois tenta descobrir se existe cliente suficiente.

A ordem deveria ser quase o contrário.

Antes de aumentar estrutura, procure responder:

• existe problema real?
• existe cliente específico?
• esse cliente paga?
• o preço é aceitável?
• consigo entregar?
• consigo repetir a venda?
• a margem suporta a operação?

A consulta de viabilidade formal verifica se a atividade pode funcionar no endereço escolhido. Mas viabilidade de endereço não significa viabilidade comercial.

Uma empresa pode estar perfeitamente regularizada e continuar sem mercado.

“Formalizar uma empresa não valida um negócio.”

Como reduzir esse risco
Comece com o menor teste capaz de responder à maior dúvida.

Em serviços, pode ser um projeto limitado.

No comércio, poucas categorias.

Na indústria, lote-piloto, pedido validado, terceirização ou capacidade comercial antes de comprar toda a estrutura.

O teste precisa ter:

• limite de dinheiro;
• limite de tempo;
• critério para continuar;
• critério para ajustar;
• critério para parar.

2. Escolher sócio porque existe amizade, dinheiro ou conveniência

Sócio não deveria entrar apenas porque:

“Ele tem dinheiro.”

“É meu amigo.”

“Conheço há muitos anos.”

“Ele tem um equipamento.”

“Preciso de alguém para dividir o investimento.”

Sociedade é uma relação econômica, decisória e operacional.

O Sebrae recomenda que responsabilidades, direitos, deveres e regras estejam claramente definidos entre os sócios.

Eu avaliaria pelo menos:

• CONTRIBUIÇÃO — o que cada sócio realmente traz?
• FUNÇÃO — quem fará o quê?
• DEDICAÇÃO — quem trabalha integralmente e quem não?
• CAPITAL — quem coloca dinheiro e quanto?
• REMUNERAÇÃO — haverá pró-labore?
• DECISÃO — quem decide em cada área?
• RESULTADO — como será distribuído?
• NOVOS APORTES — o que acontece se faltar dinheiro?
• SAÍDA — como um sócio pode deixar a empresa?
• CONFLITO — como divergências serão tratadas?
• MORTE OU INCAPACIDADE — quais regras serão aplicadas?
• CONCORRÊNCIA — existem limites após a saída?

O contrato social não deveria ser tratado como formalidade
O contrato social é uma peça jurídica.

Mas existe também a necessidade de um acordo claro sobre a convivência real da sociedade.

IMPORTANTE — cláusulas societárias, responsabilidade e regras de saída precisam ser estruturadas com apoio jurídico adequado ao tipo de empresa e à situação dos sócios.

3. Escolher contador apenas por indicação ou preço

Contabilidade é uma das primeiras estruturas de apoio da empresa.

E justamente por isso escolher apenas porque:

“Meu amigo indicou.”

“É barato.”

“Fica perto.”

pode gerar problemas.

Quando começamos, escolhemos contador sem grande critério. Hoje eu faria perguntas bem diferentes.

O que eu avaliaria
• atende empresas do meu segmento?
• conhece operações semelhantes?
• entende os impostos que afetam minha atividade?
• responde dúvidas com clareza?
• orienta ou apenas processa obrigações?
• qual é o escopo exato do serviço?
• o que será cobrado à parte?
• quais informações gerenciais entrega?
• como será feita a implantação?
• quem responde tecnicamente?
• como funciona a troca de documentos e informações?

O empresário não precisa substituir o contador.

Mas não pode terceirizar completamente a compreensão das decisões tributárias e financeiras da empresa.

4. Assumir imóvel antes de verificar viabilidade e exigências

Esse erro é especialmente perigoso porque pode gerar custo fixo antes mesmo de a empresa operar.

A Redesim orienta que a consulta prévia de viabilidade verifica se a atividade pode ser exercida no endereço escolhido e recomenda evitar comprar ou alugar o imóvel antes da aprovação.

Além disso, dependendo da atividade, o negócio pode exigir licenciamento sanitário, ambiental, prevenção contra incêndio e outras autorizações.

Antes de assinar o aluguel
Eu verificaria:

• atividade permitida no endereço;
• zoneamento;
• exigências de licenciamento;
• carga elétrica;
• acesso;
• estacionamento;
• logística;
• adaptações necessárias;
• custo da reforma;
• prazo contratual;
• garantias;
• multas de saída;
• custo total de ocupação.

ALUGUEL não é só aluguel.

Pode existir:

• condomínio;
• IPTU;
• seguro;
• reforma;
• manutenção;
• energia;
• adequações;
• segurança;
• licenças.

Um ponto barato pode ficar caro depois das adaptações.

5. Confundir custo de abrir CNPJ com dinheiro necessário para operar

Esse erro aparece muito.

O empreendedor descobre quanto custa a formalização e conclui:

“Com esse dinheiro consigo abrir.”

Consegue formalizar.

Mas talvez não consiga operar.

O investimento inicial deveria separar:

1) FORMALIZAÇÃO E REGULARIZAÇÃO.

2) ESTRUTURA E IMPLANTAÇÃO.

3) ESTOQUE OU MATERIAIS INICIAIS.

4) CUSTOS PRÉ-OPERACIONAIS.

5) CAPITAL DE GIRO.

Uma empresa pode abrir oficialmente com custo relativamente baixo e exigir muito mais dinheiro para sobreviver aos primeiros meses.

“CNPJ aberto não significa empresa financeiramente preparada.”

6. Formar preço olhando apenas o concorrente

Esse é um dos erros que mais parece funcionar no começo.

Você olha o mercado.

Concorrente cobra R$ 100.

Você decide cobrar R$ 95.

Ou R$ 90.

Vende.

O faturamento aparece.

Só que preço precisa pagar a operação.

Ele deve considerar:

• produto ou matéria-prima;
• mão de obra ligada à entrega;
• impostos;
• taxas;
• comissão;
• frete;
• perdas;
• embalagem;
• garantia;
• custo financeiro;
• outros custos variáveis;
• contribuição para as despesas fixas.

Vender mais pode piorar o resultado
Se cada venda deixa margem insuficiente, volume não corrige automaticamente o problema.

Pode ampliar.

Na minha visão, existe uma frase que todo empresário deveria lembrar:

“Vender, sim. Vender a qualquer custo, não.”

Uma condição comercial para o cliente testar a empresa pode fazer sentido.

Mas precisa ser uma decisão mensurada, não o modelo permanente.

7. Confundir faturamento com dinheiro disponível

A empresa fatura R$ 100 mil.

Quanto existe disponível?

Essa pergunta não pode ser respondida apenas pelo faturamento.

O dinheiro pode estar:

• com o cliente;
• no estoque;
• comprometido com fornecedor;
• comprometido com impostos;
• em máquinas;
• em obra;
• em despesas;
• sendo consumido por margem insuficiente.

Faturamento informa quanto foi faturado.

Não informa sozinho:

• lucro;
• margem;
• caixa;
• liquidez;
• capacidade de pagar.

Esse erro pode levar o dono a retirar dinheiro ou assumir compromisso olhando apenas o volume de venda.

8. Começar sem calcular capital de giro

Uma empresa pode ter mercado, preço e margem e mesmo assim quebrar por falta de caixa.

Imagine:

Você paga fornecedor em 20 dias.

Recebe cliente em 60.

Existe um intervalo.

Durante esse tempo:

• folha vence;
• imposto vence;
• aluguel vence;
• novas compras acontecem;
• operação continua.

Quem financia esse período?

A empresa.

Capital de giro precisa ser planejado antes.

As perguntas que eu faria
• quando pago?
• quando recebo?
• quanto fica em estoque?
• quanto tenho em contas a receber?
• qual é o pior saldo projetado?
• quanto o crescimento consome de dinheiro?
• existe reserva para atraso e imprevisto?

Não existe um percentual universal que resolva todas as empresas.

A conta depende do ciclo.

9. Comprar estoque demais porque conseguiu desconto

O raciocínio parece lógico:

“Se eu comprar mais, pago menos.”

Mas comprar barato não significa necessariamente comprar bem.

Se o produto fica parado:

• dinheiro sai;
• caixa diminui;
• espaço é ocupado;
• pode existir obsolescência;
• pode existir perda;
• ainda será necessário vender;
• talvez ainda seja necessário esperar o cliente pagar.

Antes de aceitar desconto por volume
Pergunte:

• qual é o giro?
• quanto tempo até vender?
• qual é a economia real?
• existe custo financeiro?
• existe lote mínimo?
• existe prazo de fornecedor?
• qual impacto no caixa?
• o produto pode ficar obsoleto?

“Estoque parado é dinheiro que ainda não voltou.”

10. Misturar dinheiro pessoal e empresarial

Quando PF e PJ se confundem, o empresário perde a referência.

Não sabe:

• se a empresa dá lucro;
• quanto pode retirar;
• quanto é despesa pessoal;
• quanto é custo real;
• quanto existe disponível para reinvestir;
• se o caixa está sendo consumido pelo negócio ou pelo dono.

O Sebrae recomenda separar as contas pessoais das empresariais e estabelecer uma remuneração definida para o proprietário.

Eu criaria uma regra desde o primeiro mês
• conta bancária da empresa;
• cartão da empresa;
• registro das entradas e saídas;
• pró-labore definido;
• distribuição de resultado com critério;
• despesas pessoais fora do caixa empresarial.

Isso parece básico.

Mas quando não existe disciplina desde o começo, a mistura vira cultura.

11. Usar crédito sem saber qual problema está financiando

Crédito pode ser ferramenta.

O problema é quando vira anestesia.

Toda vez que a necessidade de crédito começa a crescer muito, eu faria um raio-X.

Perguntaria:

• estou financiando crescimento?
• prazo do cliente?
• estoque?
• máquina?
• sazonalidade?
• prejuízo?
• margem ruim?
• retirada?
• dívida antiga?

Na Masterclass eu trabalho uma ideia que considero central:

“Crédito pode financiar crescimento. Mas também pode financiar um problema por muito tempo sem resolvê-lo.”

Se todo mês a empresa precisa de mais dinheiro, faturamento alto não é prova suficiente de saúde.

12. Crescer a estrutura antes de comprovar capacidade comercial e operacional

Esse erro aparece quando o primeiro resultado positivo gera euforia.

Entrou cliente.

Vendeu.

Então o empresário:

• contrata;
• compra máquina;
• aumenta estoque;
• muda para espaço maior;
• aumenta despesas;
• adiciona sistema;
• assume parcelas.

Só que uma boa primeira fase ainda não prova que a empresa sustenta uma estrutura permanente maior.

Antes de aumentar a empresa
Eu responderia:

• a demanda é recorrente?
• existe margem?
• os clientes pagam no prazo?
• consigo entregar?
• existe retrabalho?
• a equipe atual está realmente no limite?
• o processo está organizado?
• o caixa suporta?
• se as vendas caírem 20%, a estrutura continua viável?
• o investimento é reversível?

“Crescer antes de organizar transforma faturamento em complexidade.”

13. Contratar porque o dono está sobrecarregado sem entender o processo

Sobrecarregado não significa automaticamente que falta gente.

Pode existir:

• processo ruim;
• retrabalho;
• falta de prioridade;
• atividade desnecessária;
• centralização;
• sistema mal utilizado;
• responsabilidade indefinida.

Contratar em cima da desorganização pode apenas aumentar o custo.

Antes da primeira contratação
Defina:

• qual atividade será transferida;
• quantas horas ela consome;
• com que frequência acontece;
• qual resultado será esperado;
• quem treinará;
• como será acompanhado;
• qual é o custo total da contratação;
• o volume de trabalho é recorrente ou pontual?

Pessoa não corrige automaticamente processo.

14. Depender demais de um único cliente ou fornecedor

Concentração pode não parecer problema no começo.

Às vezes um cliente grande é justamente o que permite a empresa crescer.

Mas dependência cria fragilidade.

Dependência de cliente
Pergunte:

• quanto do faturamento vem dos três maiores clientes?
• o que acontece se o maior sair?
• quanto tempo levaria para substituir?
• existe contrato?
• existe margem adequada?
• existe prazo muito longo?

Dependência de fornecedor
Pergunte:

• existe alternativa?
• o produto é exclusivo?
• o fornecedor pode alterar preço?
• existe risco de interrupção?
• qual prazo de reposição?
• existe lote mínimo?
• qual impacto sobre qualidade?

Concentração não é automaticamente errada.

Precisa ser conhecida.

15. Achar que abrir a empresa encerrou o planejamento

A abertura é o começo.

Depois aparecem dados que você não tinha antes.

• o cliente real;
• o tempo real;
• a margem real;
• a taxa de conversão;
• o prazo real;
• o retrabalho;
• o giro;
• a inadimplência;
• o custo de vender;
• a capacidade de entrega.

Por isso, eu revisaria o plano regularmente nos primeiros meses.

Uma rotina simples
Toda semana:

• vendas;
• propostas;
• caixa;
• recebimentos;
• pagamentos;
• atrasos;
• estoque;
• problemas.

Todo mês:

• margem;
• despesas;
• resultado;
• clientes;
• concentração;
• capacidade;
• necessidade de capital;
• decisões para o próximo mês.

Empresa nova aprende muito rápido.

O problema é quando o dono não registra o aprendizado.

16. Os 12 erros resumidos

1) ESTRUTURA ANTES DA DEMANDA — investir antes de validar.

2) SÓCIO POR CONVENIÊNCIA — sociedade sem critérios e regras.

3) CONTADOR SEM CRITÉRIO — escolher apoio técnico apenas por indicação ou preço.

4) IMÓVEL ANTES DA VIABILIDADE — assumir custo antes de confirmar endereço e exigências.

5) SUBESTIMAR O INVESTIMENTO — confundir abrir CNPJ com financiar a operação.

6) PREÇO PELO CONCORRENTE — vender sem saber quanto sobra.

7) FATURAMENTO COMO CAIXA — assumir compromisso olhando o número errado.

8) CAPITAL DE GIRO IGNORADO — faltar dinheiro mesmo com venda.

9) ESTOQUE EM EXCESSO — transformar caixa em produto parado.

10) PF E PJ MISTURADAS — perder a leitura do resultado.

11) CRÉDITO SEM DIAGNÓSTICO — financiar sintomas.

12) CRESCIMENTO PREMATURO — aumentar estrutura antes da hora.

Checklist: antes de abrir, eu revisaria estes pontos

✓ Validei se existe DEMANDA real.

✓ Sei quem é o CLIENTE inicial.

✓ Calculei a MARGEM da venda.

✓ Calculei CAPITAL DE GIRO.

✓ Separei investimento de ESTRUTURA de dinheiro para operar.

✓ Validei ENDEREÇO e exigências antes de assumir o imóvel.

✓ Escolhi SÓCIOS com critérios claros.

✓ Defini RESPONSABILIDADES e regras de saída.

✓ Escolhi CONTADOR pela capacidade de atender o negócio.

✓ Sei quanto preciso manter em ESTOQUE.

✓ Tenho regra para RETIRADAS dos sócios.

✓ Separei dinheiro PESSOAL e EMPRESARIAL.

✓ Sei por que usaria CRÉDITO.

✓ Testei um cenário de vendas MENORES.

✓ Testei um cenário de recebimento MAIS LENTO.

✓ Sei quais números vou acompanhar toda semana.

Se eu estivesse começando novamente amanhã

Eu não buscaria eliminar risco.

Empreender sempre envolve incerteza.

Eu buscaria reduzir o tamanho dos erros.

Validaria antes de investir demais.

Definiria sociedade melhor.

Faria contratos melhores.

Escolheria apoio técnico por critério.

Começaria mais enxuto.

Acompanharia caixa desde o primeiro dia.

E teria uma regra muito clara:

“Cada novo investimento precisa comprar aprendizado, capacidade ou resultado. Não apenas a sensação de que a empresa está ficando maior.”

O objetivo dos primeiros anos não é parecer grande.

É sobreviver, aprender, ajustar e construir uma empresa capaz de crescer sem destruir o próprio caixa.

Perguntas frequentes

Qual é o maior erro ao abrir uma empresa?
Não existe um único erro universal. Um dos mais perigosos é aumentar investimento e estrutura antes de validar cliente, preço, margem e necessidade financeira.

É errado abrir empresa com sócio?
Não. Sócio pode agregar capital, conhecimento, rede e capacidade de gestão. O risco está em escolher sem critérios e não definir responsabilidades, remuneração, decisão e saída.

Preciso de contador antes de abrir a empresa?
A necessidade e o momento dependem da estrutura e do tipo de empresa, mas decisões sobre natureza jurídica, CNAE, regime tributário e implantação devem ser avaliadas corretamente antes da formalização. O profissional contábil pode ter papel importante nesse processo.

Quanto dinheiro devo reservar para os primeiros meses?
Não existe um número universal. Projete estoque, prazos, despesas, contas a receber e compromissos por data. O capital de giro deve nascer do ciclo da sua operação e de uma reserva compatível com o risco.

Como saber se estou crescendo rápido demais?
Sinais de atenção incluem aumento contínuo da necessidade de crédito, estoque e contas a receber crescendo mais rápido que o caixa, atrasos, perda de qualidade, contratação desorganizada e margens pressionadas.

Leia também

• COMO ABRIR UMA EMPRESA DO ZERO — do planejamento às primeiras vendas.

• QUANTO CUSTA ABRIR UMA EMPRESA — o cálculo que vai além do CNPJ.

• COMO VALIDAR UMA IDEIA DE NEGÓCIO — antes de investir dinheiro.

• PLANO DE NEGÓCIOS SIMPLES — passo a passo com exemplo.

• CAPITAL DE GIRO PARA ABRIR UMA EMPRESA — quanto reservar e como estimar.

Fontes e leituras complementares

• Governo Federal / Redesim — Abrir CNPJ
• Governo Federal / Redesim — Consulta prévia de viabilidade
• Governo Federal / Redesim — Licenciamento
• Sebrae — A taxa de sobrevivência das empresas no Brasil
• Sebrae — Sócio: ter ou não ter? Eis a questão!
• Sebrae — Aprenda a separar as contas pessoais e as contas da empresa

IMPORTANTE — regras societárias, tributárias, contratuais, trabalhistas e de licenciamento variam conforme empresa, atividade e localização. Use fontes oficiais e profissionais habilitados para decisões específicas.
Foto de Fernando Brevinski
Fernando Brevinski Empresário industrial, fundador e CEO do FRB Group. Criador do Método FRB.
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